QUEM SOU EU

Minha foto
Nasci poeticamente em um verso de tristeza e amargura axatamente em 1993. Desde os 12 componho canções e faço poesias aprissionada e perdida em mim desde sempre, vendo as coisas das formas mais estranhas possiveis sendo uma réplica de pensamentos. Atraves destes que descrevem o que a maioria dos que são humanos sentiram, sentem ou sentirão. Gosto de cantar, toco violão, acredito em Deus e tento entender o que é ser feliz e é tão dificil, exatamente como viver. Poderão conhecer mas quem sou lendo minhas poesias e futuramente quando lançar meu livro...

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Inerte



Esperam muito de mim, e eu nada sei fazer.
Porque não consigo sorrir, quando eu vejo você.
Todos cantam, brincam e sorriem.
E eu como nada continuo a permanecer.

Quando vier o que é bom
O que é em parte será aniquilado
Será que o bom que existe aqui
È pouco para o que vivi em passado?

Verdades, sufoco, gritos
Nem ficar em silêncio sei direito
Algo me conserte, ou em surto irei entrar;
Entrar em desespero

Vejo algo tocar a canção perfeita.
Onde o fim é saudade, fala muda.
Por que isso, motivo, emoção?
Qual o sentido de tudo que me iluda?

Não sei de nada, quero aprender com você.
Se você não sentir medo, do que falo como te olho.
Talvez algo aconteça em você
E inerte ficam estes pasmos olhos mortos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário