Esperam muito de mim, e eu nada sei fazer.
Porque não consigo sorrir, quando eu vejo você.
Todos cantam, brincam e sorriem.
E eu como nada continuo a permanecer.
Quando vier o que é bom
O que é em parte será aniquilado
Será que o bom que existe aqui
È pouco para o que vivi em passado?
Verdades, sufoco, gritos
Nem ficar em silêncio sei direito
Algo me conserte, ou em surto irei entrar;
Entrar em desespero
Vejo algo tocar a canção perfeita.
Onde o fim é saudade, fala muda.
Por que isso, motivo, emoção?
Qual o sentido de tudo que me iluda?
Não sei de nada, quero aprender com você.
Se você não sentir medo, do que falo como te olho.
Talvez algo aconteça em você
E inerte ficam estes pasmos olhos mortos.


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