QUEM SOU EU

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Nasci poeticamente em um verso de tristeza e amargura axatamente em 1993. Desde os 12 componho canções e faço poesias aprissionada e perdida em mim desde sempre, vendo as coisas das formas mais estranhas possiveis sendo uma réplica de pensamentos. Atraves destes que descrevem o que a maioria dos que são humanos sentiram, sentem ou sentirão. Gosto de cantar, toco violão, acredito em Deus e tento entender o que é ser feliz e é tão dificil, exatamente como viver. Poderão conhecer mas quem sou lendo minhas poesias e futuramente quando lançar meu livro...

sábado, 25 de junho de 2011

CORAÇÃO DESSIMULADO




Naqueles tempos de menina
Eu já sabia o era a dor
Mesmo sendo já crescida
E experimenta do o que é o amor.

Já havia esquecido a lua
Mas peço a ela perdão
Por que a sua presença e brilho naqueles tempos
Tiravam um pouco minha solidão.

Minha presença subitamente ficou desaconchegaste
Desacreditando do amor, da vida, da chance
Também a lua já não brilha como antiga era antes
Triste é o meu instante.

Meu coração dissimulado, fingia ser feliz.
Dentro de mim como um livro empoeirado
Ficavam meus versos tolos que escrevi
Hoje do ontem ainda vivo um passado.

E penso o que faz um poeta se não choras?
Sem á angustia triste retrato
Talvez assista a poesia morrer
Ou fique vigiando o resto dos versos, para que não sejam afogados.

Um coração pode até fingir
Que ainda pulsa da mesma forma o peito;
Podem ser apenas estes tolos versos
Que a eterna essência é, um livro de pouco contexto.





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