Naqueles tempos de menina
Eu já sabia o era a dor
Mesmo sendo já crescida
E experimenta do o que é o amor.
Já havia esquecido a lua
Mas peço a ela perdão
Por que a sua presença e brilho naqueles tempos
Tiravam um pouco minha solidão.
Minha presença subitamente ficou desaconchegaste
Desacreditando do amor, da vida, da chance
Também a lua já não brilha como antiga era antes
Triste é o meu instante.
Meu coração dissimulado, fingia ser feliz.
Dentro de mim como um livro empoeirado
Ficavam meus versos tolos que escrevi
Hoje do ontem ainda vivo um passado.
E penso o que faz um poeta se não choras?
Sem á angustia triste retrato
Talvez assista a poesia morrer
Ou fique vigiando o resto dos versos, para que não sejam afogados.
Um coração pode até fingir
Que ainda pulsa da mesma forma o peito;
Podem ser apenas estes tolos versos
Eu já sabia o era a dor
Mesmo sendo já crescida
E experimenta do o que é o amor.
Já havia esquecido a lua
Mas peço a ela perdão
Por que a sua presença e brilho naqueles tempos
Tiravam um pouco minha solidão.
Minha presença subitamente ficou desaconchegaste
Desacreditando do amor, da vida, da chance
Também a lua já não brilha como antiga era antes
Triste é o meu instante.
Meu coração dissimulado, fingia ser feliz.
Dentro de mim como um livro empoeirado
Ficavam meus versos tolos que escrevi
Hoje do ontem ainda vivo um passado.
E penso o que faz um poeta se não choras?
Sem á angustia triste retrato
Talvez assista a poesia morrer
Ou fique vigiando o resto dos versos, para que não sejam afogados.
Um coração pode até fingir
Que ainda pulsa da mesma forma o peito;
Podem ser apenas estes tolos versos
Que a eterna essência é, um livro de pouco contexto.



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